História de Tefé Minha Terra Amada
segunda-feira, 12 de junho de 2017
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Entrevista Com Moradores do Município de Tefé-AM.
Entrevista Semi-estruturada
sobre a Rua Independência, Bairro de Santa Rosa, situada no Município de
Tefé-AM.
1ª Entrevista Maria Isabel Souza
No dia 29 de maio
entrevistei dois moradores que residem no Bairro de Santa Rosa, Rua
Independência nº 119 no Município de Tefé-Am. A primeira a ser entrevistada é a
senhora Maria Isabel de Souza Silva e o segundo entrevistado é o senhor João
Alves da Silva. Eles relataram um pouco da história do bairro, mas precisamente
do que ocorreu na rua onde moram, até os dias de hoje.
Primeiramente conversei com
a senhora Maria Isabel de Souza Silva, ela tem 65 anos de idade, sua profissão
era de agricultora, mas está aposentada por idade, hoje vive somente da
aposentadoria. Ela relata que vive na cidade de Tefé há 51 anos, e que chegou à
cidade no ano de 1965, conta que a estrutura física da Rua Independência era
caótica, havia muitos Tajás, uma planta típica da região, que dificultava o
acesso das pessoas e dos moradores da rua, a rua era muito estreita, parecido
com um caminho de roça, em seguida um prefeito do município chamado Hélio Bessa
mandou remover toda a mata e aterrar os buracos que havia na rua, neste processo
encontraram três Jacarés que viviam nas poças e no meio do tajazal.
Dona Maria Isabel continua
falando das mudanças ocorridas em sua rua e no seu bairro; após o aterro e a
retirada das matas, as ruas foram alargadas e pavimentadas, tornando-as mais apresentáveis
e facilitando o acesso dos moradores, onde agora circulam nas ruas com mais
segurança.
Quanto aos acontecimentos
marcantes no bairro, ela cita dois acontecimentos, e não foram nada marcantes e
sim trágicos; o primeiro aconteceu à noite, bem na frente de sua residência,
quando um meliante drogado parou um moto taxista, ao subir na moto apontou uma
faca em seu pescoço, ela já estava deitada, quando escutou gritos, o motoqueiro
levou duas facadas, desesperado pediu socorro para um rapaz que passava no
local, o rapaz imediatamente o levou para o Hospital. O segundo acontecimento
foi à morte de um rapaz de 14 anos, filho de sua vizinha, ele foi confundido
com outra pessoa, e foi espancado a pauladas por um grupo de marginais. Isso
foi um acontecimento que chocou e marcou a história do bairro e do município de
Tefé, teve grande repercussão por parte empresa local, familiares da vítima e
da população que queriam justiça.
Ao final ela conta um pouco
dos benefícios que foram conquistados no bairro e na sua rua, como a melhoria
das ruas, pois antes não passavam nenhum tipo de veículo, após a sua
pavimentação, foi possível a passagens tanto de motos como de carros naquela
região, melhorando e facilitando a vida dos moradores do bairro.
2ª Entrevista João Alves
O segundo entrevistado foi o
senhor João Alves da Silva de 65 anos, quando mais jovem sua profissão era
pescador; hoje está aposentado, conta que não tem a mesma força de antes para o
trabalho. Seu João inicia sua fala relatando que mora no bairro de Santa Rosa há
50 anos. Em seguida ele fala dos acontecimentos importantes ocorridos em sua
rua, conta que a Rua Independência era muito feia, cheias de buracos, o maior
beneficio o corrido na rua foi também a pavimentação, e que após essas
melhorias nas ruas o bairro ficou bem melhor. Apesar de ser um bairro de classe
média baixa considera o bairro um lugar tranquilo e menos violento para se
morar.
Ao final da entrevista seu
João se lembrou de dois projetos que beneficiaram o bairro, o primeiro projeto
foi à construção de uma praça de diversão, construído no lugar de um enorme
buraco que foi aterrado para construção desta praça, as famílias levam seus
filhos para brincarem e se divertirem. O segundo projeto foi à construção de
uma escadaria que leva a rua principal, era uma subida de terra, quando chovia
dificultava o acesso dos moradores; com a construção dessa escadaria, os
moradores ficaram felizes, pois acabou o problema com a chuva e facilitou a
circulação dos moradores.
domingo, 12 de junho de 2016
VIAGEM VIRTUAL EM TEFÉ-AM
A relação entre as cidades de Belém, Manaus e o Município de Tefé se deu nos primórdios através
das grandes expedições, explorações, pela conquista das terras e as riquezas pertencentes
à Região Norte do país, a região era alvo grande interesse dos portugueses,
espanhóis, neolandeses, ingleses e franceses, principalmente pela sua riqueza em
áreas florestais com uma diversidade de plantas e arvores como o Pau-Brasil e
abundancia de águas.
Toda região regias amazônica
era comandada a partir de Belém região conhecida como Grão-Pará. Devido à abrangência
do local ficou impossível manter a paz com a população indígena.
Atualmente estão intimamente
ligadas pela comercialização interna e externa de produtos cultivado em cada
região que são comprados e vendidos por comerciantes das regiões locais,
entregues através das grandes embarcações por via fluvial ou por via área.
Referencias
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bel%C3%A9m_(Par%C3%A1)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Manaus
http://www.ale.am.gov.br/tefe/historia/
https://www.youtube.com/watch?v=cWh6R3F3pjI.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Histórias da Trajetória das Cidades de Belém do Pará, Manaus e do Município de Tefé-Am.
Trabalho apresentado à Universidade do
Estado da Bahia, como requisito parcial da avaliação da Disciplina Referenciais
Teórico-Metodológicos da História no Ensino Fundamental, elaborado pela
Graduanda Josineyde Galves Ribeiro Simas Teixeira, sob orientação do Prof º.
Alfredo Matta.
Forte do Presépio - Belem do Pará
Base do Forte do Presépio
Historicamente a região onde está
localizada a cidade de Belém do Pará era ocupada pelos índios Tupinambás e
Xucurus em meados do século XVIII, situada na Região Norte do Brasil, cenário
de grandes acontecimentos que marcaram a história da cidade. A implantação do
núcleo do município remonta ao contexto da conquista do Foz do Rio Amazonas
comandada por forças lusa espanhola na época da Dinastia Filipina sob o comando
do Capitão Francisco Caldeira Castelo Branco, onde fundou no dia 12 de janeiro
no ano de 1616 o Forte do Presépio, protegendo a região de invasões e ataques
vindas de vários lugares do mundo por via fluvial.
Província do Grão-pará/ Belém
Outro acontecimento marcante nessa
época foi a Guerra da Cabanagem, um movimento político e social ocorrido no
império do Brasil entre 1835 e 1840 na então província do Grão-Pará (atual
estado do Pará), considerado um dos maiores conflitos ocorridos na história do
país e a única em população efetivamente que derrubou o governo
local, ganhando com isso o título de Imperial Município imposto por Dom
Pedro II em 1840 - 1889, a guerra durou cinco anos, provocando a morte de mais
de 40.000 mil pessoas cerca de 30% da população do Grão-Pará) exterminando
várias tribos indígenas.
Belém vivenciou momentos de plenitude
no período áureo da borracha no século XX, recebendo também um número
considerável de famílias europeias, que influenciaram grandemente na
arquitetura e edificações locais, ficando conhecida como Paris n’América, apesar
de ser cosmopolita moderna em vários aspectos, a cidade não perdeu as
tradicionais fachadas dos casarões, igrejas e capelas do período
colonial. Hoje Belém exerce uma forte influência como metrópole regional,
influenciando mais oito milhões de pessoas nos estados do Pará, Amapá,
Tocantins, seja do ponto de vista cultural, econômico e político; conta também
com importantes fortificações, monumentos, museus, parques, como o Teatro da
Paz, Museu Emílio Goeldi, Parque Mangal das Graças, Mercado do Ver o Peso e uma
variedade de eventos culturais, religiosos de grande repercussão como o Círio
de Nazaré.
Casarões na Cidade de Belém do Pará
Igreja da Sé - Catedral Metropolitana de Belém
Teatro da Paz
Mercado do Ver o Peso na cidade de Belém do Pará
Círio de Nazaré
Economicamente a Cidade de Belém do
Pará baseia-se principalmente nas atividades do comércio, serviços de Turismo,
além de atividades industriais como, indústrias, alimentícias, navais,
metalúrgicas, pesqueiras, químicas e madeireiras. A cidade conta também com
portos brasileiros mais próximos da Europa e dos Estados Unidos, facilitando o
comercio de produtos importados e exportados vindos de cidades vizinhas e
outros países, sendo o segundo maior movimentador de containers da Amazônia.
Comércio da Fruta açaí
Turismo: Praia Alter do Chão na cidade de Belém
Turismo em Embarcações
Área portuária em Belém do Pará
Muitos povos oriundos de outros países
se encantaram com a culinária Paranaense, como portugueses, africanos, alemães,
japoneses, libaneses e outros; com uma forte influencia indígena possui pratos
típicos como Pato-no-Tucupi com Jambú, Tacacá, maniçoba entre outras como
o delicioso Açaí; possui também uma variedade de frutas e peixes com sabor
diferenciado, fazendo a cidade de Belém umas das mais visitadas.
Açaí com Tapioca, Pirarucu, Tacacá e Pato- no Tucupi
Filé de Peixe Frito com Farinha Amarela
AGORA VEREMOS UM POUCO DA HISTÓRIA DE
OUTRA CIDADE QUE MARCOU A TRAJETÓRIA DO NOSSO AMAZONAS: A LINDA CAPITAL MANAUS.
Manaus é a capital do estado do
Amazonas, conhecido como principal centro financeiro corporativo e econômico da
Região Norte do Brasil, também considerada uma cidade histórica e portuária
localizada bem no centro da maior floresta tropical do mundo entre o rio Negro
e Solimões. Mundialmente conhecida pelo seu grande potencial turístico e pelo
ecoturismo, sendo a décima mais visitada por turistas de todo Brasil.
Encontro das Águas/ Rio Negro e Rio Solimões
Capital Manaus Alguns Pontos Turísticos
Fundada em 1669 pelos portugueses com o
Forte de São José do Rio Negro; em 1832 foi elevada a vila com o nome Manaos,
homenagem à tribo indígena os Manaós; em 24 de outubro de 1848 foi
transformada em cidade com o nome Cidade da Barra do Rio negro e finalmente em
04 de setembro de 1856 recebeu seu atual nome Manaus.
O forte de São José do Rio Negro
foi criado também com intuito de proteção da região, pois pelo fato de possuir
muitas riquezas minerais, vegetais e outras riquezas naquela época era alvo de
ataques de outros países que visavam lucrar com os produtos da região.
No século XX ficou conhecido na época
pelo período áureo da borracha, atraindo investimentos estrangeiro e imigrantes
de algumas partes do mundo, sobretudo franceses.
Atualmente seu principal motor
econômico e a Zona Franca de Manaus, tornando-se a sexta maior economia do
Brasil e uma das 30 melhores cidades no ramo de negociação da América latina.
Conquistando sua participação como uma das doze cidades sede da Copa do Mundo
em 2014.
Vila Manaos
Forte do São José do Rio Negro
Cidade da Barra do Rio Negro - Manaus
Manaus Atualmente
Turismo em Manaus
Porto de Manaus
A capital é fortemente marcada pelos traços
culturais, políticos e econômicos herdados dos colonizadores e dos povos
indígenas, a demografia é o resultado da miscigenação das três etnias básicas
que compõe a população brasileira: o indígena, europeu e o negro, formando
assim, os mestiços da região conhecidos como caboclos.
Diversidade (Etnias)
Carna-Boi no Sambodrômo em Manaus
Características da Mulher Amazonense
Mulheres Tomando Banho de Rio
A forte presença dos indígenas é percebida em
muitos dos costumes locais como a culinária, linguagem e o artesanato,
percebe-se também o domínio europeu, mais precisamente na sua arquitetura onde
na época da borracha foram construídos vários edifícios como: Teatro Amazonas e
Palácio da Justiça, e a influência dos nordestinos marcada na música como o
forró.
Manaus é considerada cidade de grande porte, isso
se dá pelo seu rápido desenvolvimento através da dispersão das indústrias na
cidade, onde recebem todos os dias uma quantidade considerável de comerciantes
de cidades vizinhas e pessoas para comprar produtos e conhecer as maravilhas da
região.
Culinária Amazonense
Caldeirada de Tambaquí
Muqueca de Pirarucú
Arquiteturas construídos no Período da Borracha
Teatro Amazonas
Palácio da Justiça na Cidade de Manaus
APRESENTAREI
AGORA A HISTÓRIA DE TEFÉ MINHA TERRA AMADA
Não poderia deixar de falar da Região Norte, sem
apresentar a história da minha terra amada o município de Tefé-Am, cidade do
interior do estado do Amazonas, sua população de acordo com estimativa do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015, era de 62.444
habitantes, com uma área territorial de 23.808 km, sendo o quadragésimo oitavo
maior município do Brasil em área e o vigésimo terceiro do Amazonas.
Nos primórdios a região que pertence ao
atual município de Tefé, era habitada por índios das tribos Tupebas e Tapibas
que deu origem ao seu nome, Tefé.
Comunidade Indígena do Município de Tefé-Am
População Tefeense
O padre Samuel Fritz foi enviado ao amazonas com
intuito de fundar as primeiras missões jesuíticas para catequizar os
índios que ali habitavam responsáveis também por prestar serviços sociais à
comunidade indígena. Os portugueses desrespeitaram o Tratado de Tordesilhas,
vindos do Grão-Pará subiram o Rio Solimões com o objetivo de conquistar o
Amazonas, queriam dominar as terras dos espanhóis, que resultou em um
grande conflito entre as duas nações,
muitos indígenas morreram nessa luta, os espanhóis voltaram a
dominar a região conforme estava estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.
Luta Entre Portugueses e Espanhóis
Assim com o a cidade de Manaus e Belém, Tefé tem a
sua demografia baseada no resultado da miscigenação de três etnias que compõe a
população brasileira: o índio, o europeu e o negro, dando origem ao mestiço da
região.
Mestiço
A predominância
da influência do indígena brasileiro é muito forte, pelo fato de estar situado
no estado com maior população de índios no país. Outra etnia marcante no
município de Tefé é o caboclo (também chamado de mameluco), resultado da
miscigenação do índio com o branco.
Caboclas Tefeese
AGRICULTURA NO MUNICÍPIO DE TEFÉ
A agricultura é basicamente de produtos de
subsistência como hortaliças, e frutas regionais produzidas apenas para atender
necessidades locais. Por isso a maioria dos produtos agrícolas são
comprados das regiões sul e sudeste do Brasil.
Frutas e Hortaliças
No Município de
Tefé existem grandes áreas do cultivo da mandioca para a produção de farinha,
dividindo esta produção com o Município de Uarini, sendo um dos produtos mais
valorizados do estado do Amazonas; são produzidos toneladas de farinha de
mandioca para abastecer a cidade de Manaus.
Toneladas de Farinha da Mandioca
A Pesca é
predominantemente um dos setores que ganha destaque na economia local.
Localizada próxima às maiores áreas de pesca do Amazonas, devido a esse fator
uma grande quantidade de pequenas empresas instaladas em casas flutuantes
relacionada a compra e venda de pescado, dentre eles destacam-se os peixes
lisos como: Tambaqui e Pirarucu, que é vendido tanto para o mercado interno
(Tefé/Amazonas) como externo (Colômbia/Peru e Ásia).
Pescaria no Rio Tefé
Peixe Tambaqui
Peixe Pirarucu
Casas flutuantes de Compra e venda de Peixes
Culinária Tefeense
Tambaqui Assado
Jaraqui Frito
Tapioquinha de Tucumã
Pato-no-Tucupi
Bobó de Camarão
Setor de Serviços
Existe no Município de Tefé um fluxo diário de pessoas, pelo fato de a cidade ser sede dos principais bancos e instituições financeiras que não são encontrados nos municípios vizinhos, possui quartéis militares das Forças Armadas, Instituição de Ensino Superior e de Saúde, Polícia Federal, ONGs e entidades de preservação do meio ambiente e do índio, sede do Poder Judiciário e Político Administrativo do Amazonas. É o principal porto fluvial e rota de passagens de grandes embarcações que navegam no rio Solimões, possui também um Aeroporto Administrativo pela Infraero de médio porte equipado para receber médias e grandes aeronaves da região.
Assinar:
Postagens (Atom)

















































